Magreza está ligada às bactérias intestinais

Natali.Saude - 28 de novembro de 2016 - 11:26

Magreza está ligada às bactérias intestinais

Alguns tipos de bactérias encontradas na microbiota de obesos reduzem a eficiência da dieta

(CCM SAÚDE) — Você já ouviu a expressão “fulano é magro de ruim?” Na verdade, essa magreza está diretamente relacionada às bactérias do intestino da pessoa, que ajudam a deixar o corpo mais forte e reter menos gordura.

Essas bactérias podem ainda ser uma arma contra o diabetes, haja vista que pacientes diabéticos têm uma microbiota que não é considerada equilibrada. Em geral, pessoas magras têm maior diversidade de bactérias que as obesas e isso interfere até no processo de emagrecimento.

Alguns tipos de bactérias encontradas na microbiota de pessoas obesas contribuem para a ineficiência da dieta porque são bactérias que conseguem absorver mais calorias em tudo, até no alface, por exemplo. E mesmo que a pessoa coma apenas verduras, ela engorda mais porque uma microbiota 'obesa' absorve muito mais.

O conteúdo energético que extraímos da comida depende do que nossa microbiota foi treinada para esperar. Além disso, as dietas ricas em gorduras transformam a flora intestinal e contribuem para aumentar a inflamação crônica dos obesos, o que piora a situação.

Foto: © Alex Malikov - Shutterstock.com
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