Homens têm avanço, mas mulheres vivem mais

Natali.Saude - 2 de dezembro de 2016 - 09:47

Homens têm avanço, mas mulheres vivem mais

População masculina brasileira vive, em média, 71,9 anos; mulheres têm a marca de 79,1 anos

(CCM SAÚDE) — Os homens brasileiros estão vivendo mais, porém, ainda vivem bem menos que as mulheres, aponta um novo relatório divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para a população masculina, o aumento da expectativa de vida foi de 3 meses e 22 dias: de 71,6 anos para 71,9 anos. Já para as mulheres, o ganho foi de 3 meses e 4 dias: de 78,8 anos para 79,1 anos. O resultado equivale a uma diferença de 18 dias entre no avanço computado entre os gêneros.

Em geral, a esperança de vida ao nascer no Brasil alcançou 75 anos, 5 meses e 26 dias, um aumento de 3 meses e 14 dias em relação a 2014 (75,2 anos).

A taxa de mortalidade infantil (até 1 ano de idade) ficou em 13,8 para cada mil nascidos vivos, enquanto a taxa de mortalidade na infância (até 5 anos) foi de 16,1 por mil em 2015.

O Estado com a maior expectativa de vida ao nascer foi Santa Catarina, com 78,7 anos. No outro extremo, o Maranhão teve a menor expectativa de vida ao nascer para ambos os sexos, com 70,3 anos.

A mais baixa esperança de vida para os homens foi a de Alagoas, de 66,5 anos. Roraima teve a menor expectativa de vida para as mulheres, de 74,0 anos.

O IBGE informou ainda que, de 1940 a 2015, a esperança de vida ao nascer para ambos os sexos passou de 45,5 anos para 75,5 anos, um aumento de 30 anos. No mesmo período, a taxa de mortalidade infantil caiu de 146,6 óbitos por mil nascidos vivos para 13,8 óbitos por mil, uma redução de 90,6%.

Foto: © XiXinXing - Shutterstock.com

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