Amigdalite

Existem três tipos de amigdalites: palatinas e linguais (as que não se vê) e as amigdalites faringianas. Todas são órgãos linfoides da laringe. Barreiras protetoras do organismo, elas lutam contra as infecções da mesma maneira que os gânglios linfáticos. Em caso de infecção, as amigdalas se inflamam. A cirurgia de amígdalas nos adultos não é feita a não ser que as razões médicas exijam. Nas crianças, a amigdalectomia é geralmente realizada e diz respeito à retirada das amígdalas palatinas em casos de amigdalites repetidas ou de amigdalite crônica.


Sintomas da amigdalite

As amigdalites repetidas, ou seja, que ultrapassam a frequência de três episódios de inflamação por ano, levam geralmente o paciente a procurar um médico. A amigdalite crônica, às vezes espontânea, pode surgir após uma amigdalite mal curada. Os sintomas principais da amigdalite são dores na garganta, dificuldades e dores para engolir, mal hálito e, em algumas ocasiões, impressão de corpo estranho na garganta.

Diagnóstico da amigdalite

A inflamação das amígdalas é descoberta em observação a olho nu, com a ajuda de uma luz. A análise encontra tamanho aumentado das amígdalas e, em alguns casos, presença de pus branco ou amarelado. Gânglios são comumente encontrados no pescoço durante uma amigdalite.

Tratamento da amigdalite

Em caso de amigdalite recorrente com risco de complicações ou de amigdalites severas repetidas, a retirada das amígdalas é considerada. Podemos também optar pela operação das amígdalas a laser, que é efetuada apenas nos adultos, sem necessidade de anestesia geral. Mas ela requer diversas sessões e é tão dolorosa quanto a retirada cirúrgica clássica. Em seguida, uma alimentação especial, gelada e batida pode ser necessária para recuperação do paciente.

Prevenção da amigdalite

É fortemente aconselhado combater os fatores que favorecem a amigdalite crônica para evitar ao máximo a necessidade de retirada das amígdalas por adultos. É aconselhado, portanto, prevenir e tratar corretamente quadros de alergia, não fumar e evitar o tabagismo passivo, consultar sistematicamente um médico em caso de infecções dos seios nasais ou problemas nasais repetidos; curar anginas e conservar uma higiene bucal apropriada.
Publicado por asevere. Última modificação: 17 de março de 2016 às 15:20 por Pedro.CCM.
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